Perguntas Frequentes

O que são metadados de livros?

Metadados são dados que descrevem uma informação mais complexa. No caso dos livros, chamamos de metadados todos aqueles dados que, reunidos, mesmo sem termos um livro em mãos (ou na biblioteca de nosso leitor digital), representam aquela obra ou produto específico. Título do livro, nome do autor, quantidade de páginas, assunto, ano de publicação, sinopse, capa, entre muitos outros dados possíveis de se acumular, são metadados de um livro.

Há algum custo para aderir ao MercadoEditorial.org?

O cadastro de editoras, livrarias e distribuidoras é gratuito, bem como a inclusão e o download de metadados essenciais por esses usuários. Eventuais serviços adicionais pagos podem vir ser oferecidos no futuro.

Quem tem acesso aos metadados disponíveis no MercadoEditorial.org?

Livrarias e distribuidoras cadastradas na plataforma têm acesso aos metadados essenciais disponibilizados no sistema e podem realizar o download das informações de seu interesse. Usuários comuns de internet podem visualizar as informações, mas não têm acesso às ferramentas de download.

Como funciona o envio de metadados para a ?

O MercadoEditorial.org envia automaticamente os metadados cadastrados para a Amazon.com.br, porém é necessário confirmar a disponibilidade (ou indisponibilidade) do produto diretamente com a empresa.

Se sua editora possui uma relação comercial direta com a Amazon.com.br, acesse o Fale conosco do Vendor Central,

Não esqueça de informá-los, na mensagem, que sua editora utiliza o MercadoEditorial.org para o envio dos metadados.

Obs.: uma vez cadastrados os metadados no MercadoEditorial.org, não se deve realizar novamente o cadastro do mesmo item no Vendor Central – deve-se apenas atualizar/confirmar a disponibilidade conforme orientação acima. Para centralizar a administração dos metadados de seu catálogo no MercadoEditorial.org, caso sua editora possua relação comercial direta com a Amazon.com.br, recomendamos – após o upload de todos os metadados em nossa plataforma – solicitar ao Vendor Manager da editora na Amazon.com.br a remoção dos itens previamente cadastrados no Vendor Central.

Caso sua relação comercial com a Amazon.com.br seja via distribuidoras, solicite a elas que informem à Amazon.com.br quanto à disponibilidade do livro cadastrado.

*Amazon and the Amazon logo are trademarks of Amazon.com, Inc. or its affiliates.

Como funciona o envio de metadados para a Logo da Disal?

Metadados cadastrados no MercadoEditorial.org seguem diariamente para o banco de dados da distribuidora, que utiliza as informações conforme seus padrões internos de registro.

O MercadoEditorial.org possui uma API?

Sim. A API do MercadoEditorial.org permite a consulta de metadados, adição e atualização de informações de livros. Consulte a documentação da versão atual.

Como fazer para que livrarias e distribuidoras não cadastradas tenham acesso aos metadados inseridos no MercadoEditorial.org?

Em primeiro lugar, o MercadoEditorial.org tem enorme interesse em estabelecer parcerias e facilitar o envio de metadados para todas as livrarias e distribuidoras nacionais. Atualmente, a plataforma oferece também uma ferramenta de geração de planilhas para envio a algumas livrarias e distribuidoras (conforme os padrões praticados por elas) que ainda não possuem integração com o sistema do MercadoEditorial.org. São geradas as planilhas para a B2W, BookPartners, Fnac, i-Supply, Livraria Cultura, Livrarias Curitiba e Saraiva. Os arquivos XLS podem ser gerados e baixados para posterior envio pelo próprio usuário aos seus contatos nas respectivas livrarias e distribuidoras.

O que é o ISBN?

A sigla ISBN representa o Número Padrão Internacional do Livro, em inglês International Standard Book Number. Cada nova edição de um livro, cada tradução e cada versão digital de uma publicação deve apresentar um ISBN específico, único. Este será seu identificador no mercado editorial. Livros publicados antes de 1º de janeiro de 2007 (e não reimpressos a partir dessa data) receberam da Agência Nacional do ISBN um código de 10 dígitos. Livros publicados ou reeditados após essa data, passaram a receber o ISBN de 13 dígitos - padrão atual. Nos livros impressos, o ISBN pode ser, em geral, localizado sobre o código barras, que fica na quarta capa do livro (também conhecida como contracapa), e na ficha catalográfica da publicação, localizada logo nas primeiras páginas (ou no final da obra, em alguns casos).

Como funciona o código de barras para livros?

O padrão de código de barras para livros utilizado no Brasil é o EAN. Inicialmente denominado European Article Number, hoje é considerado um padrão global, cuja sigla original optou-se por manter. Embora utilizado na identificação dos mais diversos produtos, o EAN acaba tendo uma particularidade quanto à sua utilização em livros: de 2007 em diante, ou seja, a partir do estabelecimento do ISBN de 13 dígitos, os números do próprio ISBN da publicação compõem o código de barras. E é por isso que, na quarta capa dos livros encontramos, em geral, uma imagem como esta:

Publicações anteriores a 2007 (sem reimpressão com o ISBN atualizado para o padrão atual de 13 dígitos), apresentam ainda o modelo antigo de ISBN, com 10 dígitos. Sendo o código de barras em si, mesmo nesses casos, já composto por 13 números.

Livros publicados nos Estados Unidos e no Canadá apresentam uma extensão de 5 dígitos ao código de barras utilizado internacionalmente. Esse apêndice contém informação indicativa de preço. Quando essas obras são comercializados fora desses países de origem, simplesmente ignora-se a extensão.

Que formato utilizar na catalogação de autores e colaboradores de uma publicação?

Uma simples busca nos diversos sites de comércio eletrônico de livros, revela uma razoável variedade de formatos de apresentação de nomes próprios: por exemplo, “José de Alencar”; “JOSÉ DE ALENCAR”; “ALENCAR, JOSÉ DE”; “ALENCAR, JOSE DE” (sem acento); “Jose de Alencar” (sem acento); “Alencar, José de” e “Alencar, José De”, pelo menos. Com a finalidade de atender as diferentes demandas de livrarias e distribuidoras, optou-se, no MercadoEditorial.org, por um formato que, uma vez armazenado, possibilite a exportação conforme a necessidade de cada parceiro. Desse modo, deve-se utilizar o padrão “Alencar, José de”. Ou seja, desloca-se o último sobrenome para a esquerda, separando-o por uma vírgula (e um espaço) do restante do nome. A acentuação, se houver, é devidamente registrada. E, como pode-se observar, a utilização de letra maiúscula (ou caixa alta) deve ser feita apenas na primeira letra de cada nome ou sobrenome.

Nos casos em que o último sobrenome estiver acompanhado de um agnome (Júnior, Junior, Jr., Neto, Netto, Filho, Sobrinho, Segundo, Terceiro, entre outros), o complemento deve acompanhar o último sobrenome no deslocamento. Ex: “Melo Neto, João Cabral de”.

O formato adotado assemelha-se, portanto, àquele da ficha catalográfica, com uma ressalva: deve-se utilizar exatamente a estrutura do nome como apresentada na capa do livro. Portanto, digamos hipoteticamente que a capa de um livro traga como autor Carlos D. de Andrade. Mesmo que na ficha catalográfica o nome de Carlos Drummond de Andrade esteja escrito sem abreviação, deverá ser respeitada a estrutura da capa da publicação. Portanto, o correto registro, no MercadoEditorial.org, do nome do autor da obra fictícia em questão deverá ser: “Andrade, Carlos D. de”; e não “Andrade, Carlos Drummond de”.

Nesta mesma lógica, deve-se incluir no registro dos nomes de autores e colaboradores os eventuais títulos (Dr., Eng., Pe., Doutor, Padre, entre outros) que antecedam nomes na capa da obra. Portanto, se a capa de uma obra trouxer como autor “Padre Antônio Vieira”, o registro de autoria no MercadoEditorial.org será “Vieira, Padre Antônio” - mesmo que a ficha catalográfica traga algo diferente. Se, por acaso, a palavra Padre estiver abreviada como Pe. na capa, o registro será, então, “Vieira, Pe. Antônio”.

Alguns casos, são mais específicos e, por poderem ser exemplo para situações semelhantes, merecem destaque: “Dalai Lama”, “Papa João Paulo II”, “Ondjaki” e “Edgar Roquette-Pinto”.

“Dalai Lama” é, na verdade, um título no budismo, e não um nome. O nome do atual Dalai Lama é Tenzin Gyatso. Mas, de um modo geral, o líder religioso não assina suas obras com seu nome, e sim com o título budista apenas. Desse modo, não há deslocamento algum a se fazer: o registro da autoria de suas obras, se assim estiver na capa, será simplesmente: “Dalai Lama”. Em alguns casos, escreve-se “Dalai-Lama”, com hífen. A grafia da capa, nesse sentido, deverá ser respeitada.

“Papa João Paulo II” (ou qualquer outro papa) é também um título religioso, e não um nome. Portanto, o registro da autoria, nesses casos, se assim estiver grafado na capa de uma publicação, não sofrerá nenhuma inversão.

O escritor angolano “Ondjaki” assina suas obras simplesmente assim: “Ondjaki”. O registro desse autor no MercadoEditorial.org não poderia ser diferente: “Ondjaki”.

Finalmente, há o caso de sobrenomes ligados por hífen, como, por exemplo, em “Edgar Roquette-Pinto”. Nesses casos, a combinação é tratada como algo único e, portanto, é deslocada em conjunto: “Roquette-Pinto, Edgar”.

Como preencher o campo de assuntos?

Uma das formas de descrever uma obra se dá por meio da identificação de até cinco ou seis palavras-chave ou expressões curtas que remetam à temática da publicação. Esses indicadores de assunto têm funcionamento semelhante ao que ocorre com as tags (etiquetas) do ambiente digital e também com os índices utilizados na parte inferior das fichas catalográficas.

O campo “Assuntos”, no MercadoEditorial.org, deve, portanto, ser preenchido com essas expressões separadas por vírgulas. No exemplo acima, ficaria: Experiências de vida, Histórias de vida, Literatura brasileira, Memórias, Música, Samba-canção

O título, o subtítulo e a sinopse do livro podem indicar ainda outras palavras-chave interessantes. Veja que Samba-canção não estava na relação da ficha catalográfica, porém achou-se conveniente incluir essa expressão.

O que é CDD?

Criada no final do século XIX pelo bibliotecário norte-americano Melvil Dewey, a Classificação Decimal de Dewey (CDD) é um sistema numérico de classificação temática de livros - muito útil, até hoje, para organização de bibliotecas. Em sua vigésima terceira edição (de 2011), a CDD é composta por dez grandes áreas:

000 Informática e obras gerais
100 Filosofia e Psicologia
200 Religião
300 Ciências Sociais
400 Língua
500 Ciências
600 Tecnologia
700 Artes
800 Literatura
900 História e Geografia

A partir dessas categorias gerais é possível aprofundar a descrição temática de uma obra. Atribui-se, por exemplo, a CDD 869.3 a um livro de ficção em língua portuguesa. Já o código 981.061 refere-se a livros de História do Brasil que tratam da Era Vargas, enquanto a CDD 981 refere-se simplesmente à História do Brasil como um todo.

Como pode-se observar, a CDD é composta sempre primeiramente por três algarismos. Com o aprofundamento da especificidade temática, acrescentam-se outros algarismos após um ponto. A construção da CDD segue uma porção de regras conhecidas por bibliotecários e, após o ponto à direita dos três algarismos iniciais, pode-se encontrar até mesmo mais de dez algarismos - de acordo com o nível de especificidade.

Nos livros, pode-se localizar a CDD, em geral, no canto inferior direito da ficha catalográfica. É este o código que deverá ser utilizado no campo opcional CDD, no MercadoEditorial.org. Se houver mais de uma indicação de CDD na ficha catalográfica, utilize apenas a primeira delas.

Após digitar esse o código numérico (com o ponto após os três primeiros algarismos, se houver) no campo destinado a ele, aperte a tecla Tab do seu teclado e será sugerido um código BISAC (leia item abaixo). Perceba que trata-se apenas de uma sugestão automática. É recomendável, portanto, avaliar a pertinência da categoria e da subcategoria BISAC indicadas e, eventualmente, selecionar opções mais adequadas.

O que é BISAC?

Criadas pelo BISG (Book Industry Study Group) - entidade norte-americana voltada para o desenvolvimento do mercado livreiro -, as categorias e subcategorias BISAC (Book Industry Standards and Communications) compõem um sistema de classificação temática de livros que, diferentemente da CDD (criada para ordenação de bibliotecas), foi pensado para aplicação no comércio . Embora bastante voltado para a cultura norte-americana, algumas empresas que atuam na comercialização de livros no Brasil vem adotando o sistema por aqui.

A estrutura do código BISAC é mais rígida (e também mais simples) do que a da CDD. O BISAC é sempre composto por três letras seguidas de seis algarismos. No código MED107000, por exemplo, o prefixo MED refere-se à categoria Medicina, enquanto a numeração 107000, no contexto da categoria Medicina, refere-se à subcategoria Genética. Perceba, no entanto, que a mesma numeração em outra categoria tem significado completamente diverso. Em BUS107000, por exemplo, BUS é o indicativo da categoria Negócios e Economia. Nesse contexto, a numeração 107000 refere-se a Sucesso Pessoal.

Assim como ocorre para a CDD, pode-se indicar mais de um código BISAC para a mesma obra, caso entenda-se que a publicação enquadra-se em mais de uma combinação de categoria e subcategoria BISAC. No MercadoEditorial.org, é obrigatório o registro de apenas um código BISAC, porém há campo para uma indicação opcional complementar.

No final de cada ano, o BISG divulga atualizações nas temática abordadas pelo BISAC, sempre de acordo com as práticas comerciais observadas no mercado norte-americano. Nessas ocasiões, a entidade informa também as melhores maneiras de migrar livros catalogados com classificações que sofreram alterações. O MercadoEditorial.org realiza automaticamente essas migrações e informa as editoras cadastradas a respeito.

A versão corrente do BISAC, de dezembro de 2015, conta com 53 categorias (incluindo Medicina, Negócios e Economia, Ficção, Ficção Infantil, Viagem, Crítica Literária, entre outros...) e dezenas de subcategorias.

Visite o site do BISG e conheça o BISAC (em inglês) no endereço: http://bisg.org/page/BISAC2015Edition

Qual a diferença entre os campos Faixa Etária e Classificação Indicativa?

Embora, à primeira vista, pareçam semelhantes, cada um desses campos atente, no MercadoEditorial.org, a uma finalidade específica; e foram incluídos na plataforma de acordo com práticas observadas no mercado do livro. A seleção de uma Faixa Etária deve ser realizada apenas para livros voltados ao público infantojuvenil. Ela funciona como uma indicação a respeito de qual faixa de idade - em função do que se entende ser sua competência para leitura e interesse temático - aproveitará melhor a obra. Já a Classificação Indicativa, por sua vez, é mais sensível e, com exceção das categoria “Especialmente recomendado para crianças” e “Livre para todos os públicos”, possui um caráter restritivo em função de eventuais conteúdos impróprios para menores de 18, 16, 14, 12 ou 10 anos de idade.

O que é a “capa do livro aberta”?

A capa do livro aberta (em JPG, PNG ou PDF com RGB incorporado) costuma incluir a quarta capa da publicação, sua lombada e a primeira capa. Não é incomum que a imagem de capa aberta enviada às gráficas para impressão contenha também, nas extremidades laterais, as chamadas orelhas do livro - elas não serão utilizadas no MercadoEditorial.org.

Após o preenchimento dos metadados do livro em cadastramento no MercadoEditorial.org, deve-se carregar a imagem da capa aberta da publicação.

Após selecionar a imagem a ser carregada, deve-se clicar em “Prosseguir para etapa 2 de 3”.

Na tela seguinte, você irá delimitar que regiões da imagem da capa aberta correspondem à primeira capa, à lombada e à quarta capa.

Caso você tenha, na etapa anterior carregado apenas a imagem da primeira capa (ao invés da capa aberta do livro), é possível (mas não recomendado) ignorar os botões para corte de lombada e quarta capa, e seguir adiante para a revisão. No entanto, utilizando os botões que trazem uma seta para cima dentro de um círculo, é possível subir imagens já cortadas, em separado, referentes a cada parte da capa aberta do livro.

A qualquer momento, pode-se clicar em “Selecione o arquivo” e “Atualizar” caso, na etapa inicial, tenha sido feito o upload de uma imagem de capa aberta errada.

E-book tem lombada e quarta capa?

Não. Para e-books, utilize o botão “upload da capa do livro aberta”, para selecionar a capa simples do livro eletrônico.

Após adicionar a capa na etapa 1, você será direcionado diretamente para a etapa de revisão dos metadados, pulando a etapa 2, que não se aplica a e-books.

Estou tendo problemas para fazer o upload da imagem da capa do livro aberta. Como fazer?

Se o sistema rejeitar o upload de um arquivo PDF ou até mesmo realizar o upload desse arquivo, mas não apresentar a imagem adequada na tela de corte da etapa 2, certifique-se de que o arquivo PDF possua apenas uma página. Caso ele possua mais de uma página, o sistema não poderá identificar com precisão qual delas é a capa. Nesse caso, é importante utilizar alguma ferramenta (software ou solução online de edição de PDF) para gerar o PDF apenas com a página referente à capa aberta do livro.

Caso o sistema rejeite um arquivo JPG ou PNG, procure abrir a imagem em um software qualquer de edição de imagem e salvar o arquivo com um outro nome. Depois disso, tente subir novamente a imagem.

Qual a resolução mínima de imagem de capa aceitável no MercadoEditorial.org?

Seguindo práticas observadas no mercado do livro, deve-se utilizar, no MercadoEditorial.org, arquivos de imagem em alta qualidade (PDF com RGB incorporado, JPG ou PNG), com, no mínimo, 72 dpi de resolução. A região correspondente à primeira capa deve ter entre 700 pixels e 1000 pixels no seu lado menor.

Ainda está com dúvida? Envie um e-mail para [email protected]