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Livro Impresso

Limite



Lima, Luiz Costa (Autor)

crítica literária, teoria literária


Sinopse

Limite dá prosseguimento a uma indagação sobre a mímesis que se iniciara em 1980. À pergunta por que tão longo questionamento poder-se-ia responder porque a pergunta tem sido calada desde a Poética de Aristóteles. Mais precisamente, porque tem-se-lhe respondido com variantes para a imitatio de Horácio. Mas como a página pode ser virada senão a revolvendo em múltiplas direções? Eis o que o autor continua a fazer em Limite. Na verdade, seria mais correto dizer que não será uma sacudidela efetuada por um só autor que estará próxima de uma resposta satisfatória. Isso porque o questionamento que aqui se efetiva se destina a abrir um périplo, cuja extensão não se deixa prever. O leitor então se prepare para ser parte de um percurso que nele não se encerrará. Não se estranha por isso que a pergunta tanto se encaminhe para trás, i.e., na abordagem de sucursais da imitatio, quanto para frente, na aproximação da velha mímesis com a compreensão da poética de vanguarda, tal como empreendida entre nós pela poesia concreta. A tematização para trás é mostrada pelos capítulos 3 e 4; a aproximação com a abordagem vanguardista permeia todo o livro.

Metadado adicionado por Relicário em 18/06/2019

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Metadados completos:

  • 9788566786910
  • Livro Impresso
  • Limite
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  • 1 ª edição
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  • Lima, Luiz Costa (Autor)
  • crítica literária, teoria literária
  • Teoria e crítica literária
  • 809.12
  • LIT000000
  • 2019
  • 17/06/2019
  • Português
  • Brasil
  • --
  • Livre para todos os públicos
  • 15.5 x 22.5 x 2 cm
  • 0.502 kg
  • Brochura
  • 346 páginas
  • R$ 55,00
  • 49019900 - livros, brochuras e impressos semelhantes
  • 9788566786910
  • 9788566786910
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Áreas do selo: ArtesEducaçãoHumanidadesLiteratura estrangeiraLiteratura nacionalTeoria e crítica literária

(re.li.cá.ri.o) sm. 1. Rel. Caixa ou baú onde se guardam objetos pertencentes a um santo ou que foram por ele tocados. 2. Caixa ou baú onde se guardam objetos de grande valor afetivo. 3. Bolsinha com relíquias que alguns fiéis trazem no pescoço em demonstração de devoção. 4. Coisa preciosa, de grande preço e valor. [F.: Do lat. reliquiae, arum; 'relíquias'.] A proposta editorial da Relicário Edições aproxima-se da definição de seu verbete, com a diferença de que a transpomos para um sentido laico. Escritas por mãos humanas, as palavras são fruto de um amálgama de sentidos, percepções e afetos – muitas delas palavras-relíquias, signos carregados de aura, rastros de tempo. A verdade é que desde muito as palavras possuem uma morada cativa - o livro é por excelência o relicário das letras. Queremos dar continuidade à função mais cara que o livro escrito possui: preservar e divulgar os saberes e memórias postos em letras e palavras por seus autores. A Relicário Edições possui duas linhas editoriais que abrangem gêneros textuais diversos. A primeira é direcionada à produção acadêmica e científica nas áreas de ciências humanas, filosofia, estética, artes e estudos literários, contemplando publicações a partir de dissertações e teses, bem como coletâneas de artigos, ensaios e revistas acadêmicas. Nessa linha editorial contamos com um conselho avaliativo composto por nomes representativos das principais universidades do país, cuja experiência permite a avaliação da qualidade dos textos e de sua relevância para o debate nas áreas em que os escritos se inserem. Traduções de autores estrangeiros dessas áreas do conhecimento estão igualmente presentes em nossa proposta editorial, pois acreditamos que trazê-los à língua portuguesa constitui um serviço ao leitor interessado, ampliando a partilha do pensamento que nasce em determinado tempo e espaço, mas cujos destinatários e interlocutores podem estar [e estão] aqui e agora. A segunda linha editorial se volta para a publicação de textos de literatura em língua portuguesa e para a tradução de autores estrangeiros – ainda pouco divulgados no país – que transitam pelo romance, ensaios, contos, crônicas e poesia. “Por mais que o livro se apresente como um objeto que se tem na mão; por mais que ele se reduza ao pequeno paralelepípedo que o encerra: sua unidade é variável e relativa. No momento mesmo que o interrogamos, a forma perde sua evidência; ela não se enuncia nela própria, ela só se constrói a partir de um campo complexo do discurso.” [FOUCAULT, M.] "Obscuramente livros, lâminas, chaves seguem minha sorte." [BORGES, J,L.] "Nunca hay demasiados libros. Hay libros malos, malísimos, peores, etcétera, pero nunca demasiados." [BOLAÑO, R.]

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