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Livro Impresso

Belle Époque
a cidade e as experiências da modernidade



Negreiros, Carmem (Organizador), Oliveira, Fatima (Organizador), Gens, Rosa (Organizador)

Belle Époque, urbanismo, cidades, literatura, modernidade, rio de janeiro, paris, lima barreto


Sinopse

Este livro apresenta uma parte das investigações desenvolvidas pelo grupo de pesquisadores associados ao Laboratório de Estudos de Cultura e Literatura da Belle Époque – LABELLE, sediado no Instituto de Letras da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Trata-se de problematizar a cidade como centro de rico intercâmbio cultural e intelectual, na alta rotatividade de pessoas em lojas, cafés, galerias, museus, teatros, becos e avenidas. A cidade aqui pensada não é realidade objetiva ou espaço alternativo. A cidade é poética e antipoética, real e irreal, intensa e tediosa, metáfora dos múltiplos fragmentos culturais dispersos e moventes, eixo de novas experiências temporais que marcam a sensibilidade moderna do final do século XIX e início do XX.

Metadado adicionado por Relicário em 02/05/2019

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Metadados completos:

  • 9788566786880
  • Livro Impresso
  • Belle Époque
  • a cidade e as experiências da modernidade
  • 1 ª edição
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  • Negreiros, Carmem (Organizador), Oliveira, Fatima (Organizador), Gens, Rosa (Organizador)
  • Belle Époque, urbanismo, cidades, literatura, modernidade, rio de janeiro, paris, lima barreto
  • Teoria e crítica literária
  • 306.0951
  • LIT024040, LIT025010
  • 2019
  • 30/04/2019
  • Português
  • Brasil
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  • Livre para todos os públicos
  • 15.5 x 22.5 x 2 cm
  • 0.35 kg
  • Brochura
  • 348 páginas
  • R$ 48,00
  • 49019900 - livros, brochuras e impressos semelhantes
  • 9788566786880
  • 9788566786880
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Sumário

Apresentação 7
CIDADE, MODERNIDADE, CRIAÇÃO
A cidade do Rio de Janeiro: um jardim na Belle Époque?
Armando Gens 13
Ceci n’est pas un conte:
Bécassine e a mutação da cultura popular na Belle Époque
Cristina Álvares 35
Uma ausência sintomática: à procura de Viena no romance de Robert Musil
Érica Gonçalves de Castro, Guilherme Ignácio da Silva 55
O riso de Rabelais e a literatura licenciosa na Belle Époque
Leonardo Mendes 73
Paris fin-de-siècle e Belle Époque
Maria do Rosário Girão Ribeiro dos Santos 93
A cidade de papel: transformações modernizadoras, sociedade e cultura
literária no Rio de Janeiro da Belle Époque
Maurício Silva 121
Sebastianópolis frenética e disfórica:
a face obscura de uma bela época tropical
Renato Cordeiro Gomes 135
EXPERIÊNCIA URBANA, TECNOLOGIAS, IMAGENS
Rio de Retalhos nos cadernos de Lima Barreto
Carmem Negreiros 153
Notas íntimas, obras públicas: o “diário” de Lima Barreto e a
Grande Reforma Urbana do Rio de Janeiro (1903-1905)
Fátima Oliveira 181
Juó Bananére, poeta do entrelugar
Jean Pierre Chauvin 209
O modernismo na ficção de Lima Barreto
José Osmar de Melo 229
Lanterna mágica e vue d’optique:
instrumentos proustianos de projeção de memórias
Luciana Persice 261
Considerações sobre a crônica de João do Rio: “Cinematógrafo”
Marcus Vinicius Nogueira Soares 281
Um ouvido atento: música e modernidade no Rio de Janeiro da
Belle Époque em três crônicas de Lima Barreto
Mónica Vermes 305
Vestígios antigos sob a escrita das cidades de
Joaquim Nabuco e Euclides da Cunha
Ricardo Souza de Carvalho 323
Sobre os autores 341



Áreas do selo: ArtesEducaçãoHumanidadesLiteratura estrangeiraLiteratura nacionalTeoria e crítica literária

(re.li.cá.ri.o) sm. 1. Rel. Caixa ou baú onde se guardam objetos pertencentes a um santo ou que foram por ele tocados. 2. Caixa ou baú onde se guardam objetos de grande valor afetivo. 3. Bolsinha com relíquias que alguns fiéis trazem no pescoço em demonstração de devoção. 4. Coisa preciosa, de grande preço e valor. [F.: Do lat. reliquiae, arum; 'relíquias'.] A proposta editorial da Relicário Edições aproxima-se da definição de seu verbete, com a diferença de que a transpomos para um sentido laico. Escritas por mãos humanas, as palavras são fruto de um amálgama de sentidos, percepções e afetos – muitas delas palavras-relíquias, signos carregados de aura, rastros de tempo. A verdade é que desde muito as palavras possuem uma morada cativa - o livro é por excelência o relicário das letras. Queremos dar continuidade à função mais cara que o livro escrito possui: preservar e divulgar os saberes e memórias postos em letras e palavras por seus autores. A Relicário Edições possui duas linhas editoriais que abrangem gêneros textuais diversos. A primeira é direcionada à produção acadêmica e científica nas áreas de ciências humanas, filosofia, estética, artes e estudos literários, contemplando publicações a partir de dissertações e teses, bem como coletâneas de artigos, ensaios e revistas acadêmicas. Nessa linha editorial contamos com um conselho avaliativo composto por nomes representativos das principais universidades do país, cuja experiência permite a avaliação da qualidade dos textos e de sua relevância para o debate nas áreas em que os escritos se inserem. Traduções de autores estrangeiros dessas áreas do conhecimento estão igualmente presentes em nossa proposta editorial, pois acreditamos que trazê-los à língua portuguesa constitui um serviço ao leitor interessado, ampliando a partilha do pensamento que nasce em determinado tempo e espaço, mas cujos destinatários e interlocutores podem estar [e estão] aqui e agora. A segunda linha editorial se volta para a publicação de textos de literatura em língua portuguesa e para a tradução de autores estrangeiros – ainda pouco divulgados no país – que transitam pelo romance, ensaios, contos, crônicas e poesia. “Por mais que o livro se apresente como um objeto que se tem na mão; por mais que ele se reduza ao pequeno paralelepípedo que o encerra: sua unidade é variável e relativa. No momento mesmo que o interrogamos, a forma perde sua evidência; ela não se enuncia nela própria, ela só se constrói a partir de um campo complexo do discurso.” [FOUCAULT, M.] "Obscuramente livros, lâminas, chaves seguem minha sorte." [BORGES, J,L.] "Nunca hay demasiados libros. Hay libros malos, malísimos, peores, etcétera, pero nunca demasiados." [BOLAÑO, R.]

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