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Livro Impresso

Imagem, imaginação, fantasia
20 anos sem Vilém Flusser



Serra, Alice (Organizador), Freitas, Romero (Organizador), Duarte, Rodrigo (Organizador), Bernardo, Gustavo (Orelha)

Vilém Flusser, pós-história, imagem


Sinopse

Este livro é fruto do Congresso Internacional "Imagem, imaginação, fantasia", sediado em Ouro Preto no ano de 2011. A partir do já inescapável clássico "A filosofia da caixa-preta", publicado em alemão, em português e em outras 20 línguas, Vilém Flusser desenvolveu o conceito das tecnoimagens e pensou a pós-história como o campo do eventual fim da escrita, bombardeada pela overdose das imagens que assistimos e reproduzimos a cada passo, com nossas câmeras e celulares de bolso. A sofisticação do pensamento de Flusser reside em não se fechar numa perspectiva pessimista ou apocalíptica, mas sim em observar todas as possibilidades filosóficas e antropológicas dessa mudança radical na linguagem humana, tão radical que afeta a percepção da realidade e, em consequência, toda a realidade. Todos os autores fazem jus a esse pensamento, razão pela qual são igualmente recomendados os 20 textos deste volume.

Metadado adicionado por Relicário em 23/12/2016

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Metadados completos:

  • 9788566786033
  • Livro Impresso
  • Imagem, imaginação, fantasia
  • 20 anos sem Vilém Flusser
  • 1 ª edição
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  • Serra, Alice (Organizador), Freitas, Romero (Organizador), Duarte, Rodrigo (Organizador), Bernardo, Gustavo (Orelha)
  • Vilém Flusser, pós-história, imagem
  • Humanidades
  • PHI001000
  • 2014
  • 03/04/2014
  • Português
  • Brasil
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  • 15.5 x 22.5 x 1.5 cm
  • 0.3 kg
  • Brochura
  • 244 páginas
  • R$ 45,00
  • 49019900 - livros, brochuras e impressos semelhantes
  • 9788566786033
  • 9788566786033
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Áreas do selo: ArtesEducaçãoHumanidadesLiteratura estrangeiraLiteratura nacionalTeoria e crítica literária

(re.li.cá.ri.o) sm. 1. Rel. Caixa ou baú onde se guardam objetos pertencentes a um santo ou que foram por ele tocados. 2. Caixa ou baú onde se guardam objetos de grande valor afetivo. 3. Bolsinha com relíquias que alguns fiéis trazem no pescoço em demonstração de devoção. 4. Coisa preciosa, de grande preço e valor. [F.: Do lat. reliquiae, arum; 'relíquias'.] A proposta editorial da Relicário Edições aproxima-se da definição de seu verbete, com a diferença de que a transpomos para um sentido laico. Escritas por mãos humanas, as palavras são fruto de um amálgama de sentidos, percepções e afetos – muitas delas palavras-relíquias, signos carregados de aura, rastros de tempo. A verdade é que desde muito as palavras possuem uma morada cativa - o livro é por excelência o relicário das letras. Queremos dar continuidade à função mais cara que o livro escrito possui: preservar e divulgar os saberes e memórias postos em letras e palavras por seus autores. A Relicário Edições possui duas linhas editoriais que abrangem gêneros textuais diversos. A primeira é direcionada à produção acadêmica e científica nas áreas de ciências humanas, filosofia, estética, artes e estudos literários, contemplando publicações a partir de dissertações e teses, bem como coletâneas de artigos, ensaios e revistas acadêmicas. Nessa linha editorial contamos com um conselho avaliativo composto por nomes representativos das principais universidades do país, cuja experiência permite a avaliação da qualidade dos textos e de sua relevância para o debate nas áreas em que os escritos se inserem. Traduções de autores estrangeiros dessas áreas do conhecimento estão igualmente presentes em nossa proposta editorial, pois acreditamos que trazê-los à língua portuguesa constitui um serviço ao leitor interessado, ampliando a partilha do pensamento que nasce em determinado tempo e espaço, mas cujos destinatários e interlocutores podem estar [e estão] aqui e agora. A segunda linha editorial se volta para a publicação de textos de literatura em língua portuguesa e para a tradução de autores estrangeiros – ainda pouco divulgados no país – que transitam pelo romance, ensaios, contos, crônicas e poesia. “Por mais que o livro se apresente como um objeto que se tem na mão; por mais que ele se reduza ao pequeno paralelepípedo que o encerra: sua unidade é variável e relativa. No momento mesmo que o interrogamos, a forma perde sua evidência; ela não se enuncia nela própria, ela só se constrói a partir de um campo complexo do discurso.” [FOUCAULT, M.] "Obscuramente livros, lâminas, chaves seguem minha sorte." [BORGES, J,L.] "Nunca hay demasiados libros. Hay libros malos, malísimos, peores, etcétera, pero nunca demasiados." [BOLAÑO, R.]

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