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Livro Impresso

Meu país é um corpo que dói



Daflon, Claudete (Autor)

ciências sociais, claudete daflon, debate colonial, políticas da natureza, políticas do humano, poéticas da natureza, poéticas do humano, estudos decoloniais, indíviduo, cultura, pensamento crítico, pensamento crítico latino-americano, latino-americano, brasil, política, objetificação da vida, relicário, sociedade, humanidade, ensaio, crítica


Sinopse

Meu país é um corpo que dói resulta de uma escrita em tempos difíceis, mas também testifica a força criativa e renovadora do pensamento e da arte. Diante da convergência de uma crise ambiental, humanitária e política, o fio do debate decolonial permite a costura de obras de artistas que problematizam processos ocidentais de objetificação da vida. O encontro da reflexão analítica
com as artes, a literatura e o cinema latino-americanos proposto pelo ensaio torna incontornável reconhecer que a separação entre natureza e cultura está na base da violência infligida a povos e sujeitos cuja humanidade é cotidianamente contestada. No ensaio, a dor, materializada no corpo individual e social, emerge como matéria da escrita e força de insurgência.

Metadado adicionado por Relicário em 08/02/2022

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Metadados completos:

  • 9786589889274
  • Livro Impresso
  • Meu país é um corpo que dói
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  • 1 ª edição
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  • Daflon, Claudete (Autor)
  • ciências sociais, claudete daflon, debate colonial, políticas da natureza, políticas do humano, poéticas da natureza, poéticas do humano, estudos decoloniais, indíviduo, cultura, pensamento crítico, pensamento crítico latino-americano, latino-americano, brasil, política, objetificação da vida, relicário, sociedade, humanidade, ensaio, crítica
  • Humanidades
  • 869.94
  • SOC002010
  • Categoria -
    Antropologia social e/ou cultural
    Qualificador -
    América Latina - México, América Central, América do Sul
  • 2022
  • 01/02/2022
  • Português
  • Brasil
  • --
  • Livre para todos os públicos
  • 15 x 21 x 2 cm
  • 0.4 kg
  • Brochura
  • 292 páginas
  • R$ 65,00
  • 49019900 - livros, brochuras e impressos semelhantes
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  • 9786589889274
  • 9786589889274
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Áreas do selo: ArtesEducaçãoHumanidadesLiteratura estrangeiraLiteratura nacionalTeoria e crítica literária

(re.li.cá.ri.o) sm. 1. Rel. Caixa ou baú onde se guardam objetos pertencentes a um santo ou que foram por ele tocados. 2. Caixa ou baú onde se guardam objetos de grande valor afetivo. 3. Bolsinha com relíquias que alguns fiéis trazem no pescoço em demonstração de devoção. 4. Coisa preciosa, de grande preço e valor. [F.: Do lat. reliquiae, arum; 'relíquias'.] A proposta editorial da Relicário Edições aproxima-se da definição de seu verbete, com a diferença de que a transpomos para um sentido laico. Escritas por mãos humanas, as palavras são fruto de um amálgama de sentidos, percepções e afetos – muitas delas palavras-relíquias, signos carregados de aura, rastros de tempo. A verdade é que desde muito as palavras possuem uma morada cativa - o livro é por excelência o relicário das letras. Queremos dar continuidade à função mais cara que o livro escrito possui: preservar e divulgar os saberes e memórias postos em letras e palavras por seus autores. A Relicário Edições possui duas linhas editoriais que abrangem gêneros textuais diversos. A primeira é direcionada à produção acadêmica e científica nas áreas de ciências humanas, filosofia, estética, artes e estudos literários, contemplando publicações a partir de dissertações e teses, bem como coletâneas de artigos, ensaios e revistas acadêmicas. Nessa linha editorial contamos com um conselho avaliativo composto por nomes representativos das principais universidades do país, cuja experiência permite a avaliação da qualidade dos textos e de sua relevância para o debate nas áreas em que os escritos se inserem. Traduções de autores estrangeiros dessas áreas do conhecimento estão igualmente presentes em nossa proposta editorial, pois acreditamos que trazê-los à língua portuguesa constitui um serviço ao leitor interessado, ampliando a partilha do pensamento que nasce em determinado tempo e espaço, mas cujos destinatários e interlocutores podem estar [e estão] aqui e agora. A segunda linha editorial se volta para a publicação de textos de literatura em língua portuguesa e para a tradução de autores estrangeiros – ainda pouco divulgados no país – que transitam pelo romance, ensaios, contos, crônicas e poesia. “Por mais que o livro se apresente como um objeto que se tem na mão; por mais que ele se reduza ao pequeno paralelepípedo que o encerra: sua unidade é variável e relativa. No momento mesmo que o interrogamos, a forma perde sua evidência; ela não se enuncia nela própria, ela só se constrói a partir de um campo complexo do discurso.” [FOUCAULT, M.] "Obscuramente livros, lâminas, chaves seguem minha sorte." [BORGES, J,L.] "Nunca hay demasiados libros. Hay libros malos, malísimos, peores, etcétera, pero nunca demasiados." [BOLAÑO, R.]

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