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Livro Impresso

O que fazer



Katchadjian, Pablo (Autor), Cazé, Wladimir (Tradutor), Gischewski, Caroline (Projeto gráfico), Gischewski, Caroline (Capista), Xerxenesky, Antonio (Orelha)

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Sinopse

“O que fazer” lança uma dupla de protagonistas em aventuras absurdas que começam quando um aluno de uma universidade inglesa faz uma pergunta impossível de responder. A partir daí são desencadeadas situações que se bifurcam, a cada momento com uma nova e inesperada dificuldade. Adegas, trincheiras, discotecas, lojas, bancos, barcos, aeroportos e pontes são os cenários onde se alternam estudantes, bêbados, soldados, velhas que cantam, mulheres nuas e fascistas.

Enredo caleidoscópico, fractal ou mosaico. Análise combinatória aplicada à narrativa? Aventuras num desenho animado surrealista? Poesia em prosa, notas oníricas, a música, o canto, a guerra, a política. Pablo Katchadjian reúne neste livro todos esses traços ficcionais e metaficcionais para compor um veloz e versátil romance-artefato.

Publicado em 2010, “O que fazer” é, nas palavras do crítico Damián Tabarovsky, um verdadeiro “tour de force” e uma das coisas mais interessantes da literatura argentina contemporânea, “o grande romance contemporâneo da expansão do sentido, de sua amplificação, de sua mutação”. Sobre este livro, Tabarovsky escreveu também que ele “se movimenta com perfeição na herança do nonsense, na tradição de Queneau, no jogo de palavras, no humor radical, na engenhosidade. O livro de Katchadjian é um desses raros romances que satisfazem ao leitor mais inteligente”.

A tradução do livro é de Wladimir Cazé e o design é de Caroline Gischewski.

Metadado adicionado por Relicário em 17/08/2021

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Metadados completos:

  • 9786589889076
  • Livro Impresso
  • O que fazer
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  • 1 ª edição
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  • Katchadjian, Pablo (Autor), Cazé, Wladimir (Tradutor), Gischewski, Caroline (Projeto gráfico), Gischewski, Caroline (Capista), Xerxenesky, Antonio (Orelha)
  • literatura argentina, romance, literatura, pablo, Pablo Katchadjian, borges, jorge luis borges, aleph engordado, romance experimental, metaficção, ficção, literatura experimental, relicario
  • Literatura estrangeira
  • 868.9932
  • LCO000000
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  • 2021
  • 23/08/2021
  • Português
  • Brasil
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  • Livre para todos os públicos
  • 13 x 19 x 1 cm
  • 0.3 kg
  • Brochura
  • 128 páginas
  • R$ 49,90
  • 49019900 - livros, brochuras e impressos semelhantes
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  • 9786589889076
  • 9786589889076
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Áreas do selo: ArtesEducaçãoHumanidadesLiteratura estrangeiraLiteratura nacionalTeoria e crítica literária

(re.li.cá.ri.o) sm. 1. Rel. Caixa ou baú onde se guardam objetos pertencentes a um santo ou que foram por ele tocados. 2. Caixa ou baú onde se guardam objetos de grande valor afetivo. 3. Bolsinha com relíquias que alguns fiéis trazem no pescoço em demonstração de devoção. 4. Coisa preciosa, de grande preço e valor. [F.: Do lat. reliquiae, arum; 'relíquias'.] A proposta editorial da Relicário Edições aproxima-se da definição de seu verbete, com a diferença de que a transpomos para um sentido laico. Escritas por mãos humanas, as palavras são fruto de um amálgama de sentidos, percepções e afetos – muitas delas palavras-relíquias, signos carregados de aura, rastros de tempo. A verdade é que desde muito as palavras possuem uma morada cativa - o livro é por excelência o relicário das letras. Queremos dar continuidade à função mais cara que o livro escrito possui: preservar e divulgar os saberes e memórias postos em letras e palavras por seus autores. A Relicário Edições possui duas linhas editoriais que abrangem gêneros textuais diversos. A primeira é direcionada à produção acadêmica e científica nas áreas de ciências humanas, filosofia, estética, artes e estudos literários, contemplando publicações a partir de dissertações e teses, bem como coletâneas de artigos, ensaios e revistas acadêmicas. Nessa linha editorial contamos com um conselho avaliativo composto por nomes representativos das principais universidades do país, cuja experiência permite a avaliação da qualidade dos textos e de sua relevância para o debate nas áreas em que os escritos se inserem. Traduções de autores estrangeiros dessas áreas do conhecimento estão igualmente presentes em nossa proposta editorial, pois acreditamos que trazê-los à língua portuguesa constitui um serviço ao leitor interessado, ampliando a partilha do pensamento que nasce em determinado tempo e espaço, mas cujos destinatários e interlocutores podem estar [e estão] aqui e agora. A segunda linha editorial se volta para a publicação de textos de literatura em língua portuguesa e para a tradução de autores estrangeiros – ainda pouco divulgados no país – que transitam pelo romance, ensaios, contos, crônicas e poesia. “Por mais que o livro se apresente como um objeto que se tem na mão; por mais que ele se reduza ao pequeno paralelepípedo que o encerra: sua unidade é variável e relativa. No momento mesmo que o interrogamos, a forma perde sua evidência; ela não se enuncia nela própria, ela só se constrói a partir de um campo complexo do discurso.” [FOUCAULT, M.] "Obscuramente livros, lâminas, chaves seguem minha sorte." [BORGES, J,L.] "Nunca hay demasiados libros. Hay libros malos, malísimos, peores, etcétera, pero nunca demasiados." [BOLAÑO, R.]

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