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Livro Impresso

Eisejuaz



Gallardo, Sara (Autor), Sanchez, Mariana (Tradutor), Bahia, Ana C. (Projeto gráfico)

eisejuaz, sara gallardo, relicario, literatura hispanoamericana, romance


Sinopse

“Eisejuaz”, da escritora argentina Sara Gallardo, é um caso raro na literatura hispano-americana. Publicado em 1971, permaneceu à margem do chamado “boom”, seja pelo espaço limitado que uma escritora tinha então, seja por sua linguagem enigmática e heterodoxa, talvez incompreendida na época. Nos anos 2000, a obra é recuperada por Ricardo Piglia, que a inclui entre os 24 títulos de sua biblioteca essencial de clássicos da Literatura Argentina e, a partir de então, se torna cultuada como uma peça experimental de vanguarda. Por seu trabalho inventivo, de levar ao limite as possibilidades da linguagem, “Eisejuaz” é frequentemente comparado a obras como “Pedro Páramo”, do mexicano Juan Rulfo, e “Zama”, do argentino Antonio Di Benedetto. Esta edição comemorativa de seus 50 anos traz prefácio de Martín Kohan, nota da tradutora Mariana Sanchez, estudo de Alexandre Nodari e perfil biográfico da autora feito por Lucía de Leone.

Metadado adicionado por Relicário em 26/04/2021

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Metadados completos:

  • 9786586279245
  • Livro Impresso
  • Eisejuaz
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  • 1 ª edição
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  • Edição crítica e comemorativa - 50 anos da obra
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  • Gallardo, Sara (Autor), Sanchez, Mariana (Tradutor), Bahia, Ana C. (Projeto gráfico)
  • eisejuaz, sara gallardo, relicario, literatura hispanoamericana, romance
  • Literatura estrangeira
  • 860.9
  • LCO000000
  • 2021
  • 20/04/2021
  • Português
  • Brasil
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  • Livre para todos os públicos
  • 14 x 21 x 2 cm
  • 0.3 kg
  • Brochura
  • 230 páginas
  • R$ 55,90
  • 49019900 - livros, brochuras e impressos semelhantes
  • 9786586279245
  • 9786586279245
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Áreas do selo: ArtesEducaçãoHumanidadesLiteratura estrangeiraLiteratura nacionalTeoria e crítica literária

(re.li.cá.ri.o) sm. 1. Rel. Caixa ou baú onde se guardam objetos pertencentes a um santo ou que foram por ele tocados. 2. Caixa ou baú onde se guardam objetos de grande valor afetivo. 3. Bolsinha com relíquias que alguns fiéis trazem no pescoço em demonstração de devoção. 4. Coisa preciosa, de grande preço e valor. [F.: Do lat. reliquiae, arum; 'relíquias'.] A proposta editorial da Relicário Edições aproxima-se da definição de seu verbete, com a diferença de que a transpomos para um sentido laico. Escritas por mãos humanas, as palavras são fruto de um amálgama de sentidos, percepções e afetos – muitas delas palavras-relíquias, signos carregados de aura, rastros de tempo. A verdade é que desde muito as palavras possuem uma morada cativa - o livro é por excelência o relicário das letras. Queremos dar continuidade à função mais cara que o livro escrito possui: preservar e divulgar os saberes e memórias postos em letras e palavras por seus autores. A Relicário Edições possui duas linhas editoriais que abrangem gêneros textuais diversos. A primeira é direcionada à produção acadêmica e científica nas áreas de ciências humanas, filosofia, estética, artes e estudos literários, contemplando publicações a partir de dissertações e teses, bem como coletâneas de artigos, ensaios e revistas acadêmicas. Nessa linha editorial contamos com um conselho avaliativo composto por nomes representativos das principais universidades do país, cuja experiência permite a avaliação da qualidade dos textos e de sua relevância para o debate nas áreas em que os escritos se inserem. Traduções de autores estrangeiros dessas áreas do conhecimento estão igualmente presentes em nossa proposta editorial, pois acreditamos que trazê-los à língua portuguesa constitui um serviço ao leitor interessado, ampliando a partilha do pensamento que nasce em determinado tempo e espaço, mas cujos destinatários e interlocutores podem estar [e estão] aqui e agora. A segunda linha editorial se volta para a publicação de textos de literatura em língua portuguesa e para a tradução de autores estrangeiros – ainda pouco divulgados no país – que transitam pelo romance, ensaios, contos, crônicas e poesia. “Por mais que o livro se apresente como um objeto que se tem na mão; por mais que ele se reduza ao pequeno paralelepípedo que o encerra: sua unidade é variável e relativa. No momento mesmo que o interrogamos, a forma perde sua evidência; ela não se enuncia nela própria, ela só se constrói a partir de um campo complexo do discurso.” [FOUCAULT, M.] "Obscuramente livros, lâminas, chaves seguem minha sorte." [BORGES, J,L.] "Nunca hay demasiados libros. Hay libros malos, malísimos, peores, etcétera, pero nunca demasiados." [BOLAÑO, R.]

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