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Livro Impresso

A ficção equilibrista
narrativa, cotidiano e política



Figueiredo, Vera Lúcia Follain de (Autor)

critica literaria, teoria literaria, literatura, ficção, narrativa, política, relicário, sociedade


Sinopse

A partir da década de 90 do século passado, o reconhecimento das possibilidades subversivas da ficção foi cada vez mais restringido ao fato de permear os discursos tidos como documentais, abalando o regime de verdade que pressupõem. Na esteira da recusa dos fechamentos teleológicos e dos ilusionismos da cultura de mercado, colocou-se sob suspeita o potencial das narrativas de ficção como criadoras de mundos imaginários que distendem os limites do possível.

Num contexto cultural assombrado pela proliferação das chamadas fake news e pela multiplicação ao infinito de narrativas conspiratórias que alimentam o temor de uma completa ficcionalização do mundo, como afirmar o papel da ficção como instrumento crítico de transformação da sociedade?

Essa é uma das principais questões levantadas neste livro, cujo eixo gira em torno das relações estabelecidas, no campo do cinema e da literatura, entre narrativa e política e narrativa e ética.

Metadado adicionado por Relicário em 26/11/2020

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Metadados completos:

  • 9786586279160
  • Livro Impresso
  • A ficção equilibrista
  • narrativa, cotidiano e política
  • 1 ª edição
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  • Figueiredo, Vera Lúcia Follain de (Autor)
  • critica literaria, teoria literaria, literatura, ficção, narrativa, política, relicário, sociedade
  • Teoria e crítica literária
  • 809.000
  • LIT000000
  • 2020
  • 26/11/2020
  • Português
  • Brasil
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  • Livre para todos os públicos
  • 15.5 x 22.5 x 2 cm
  • 0.4 kg
  • Brochura
  • 240 páginas
  • R$ 49,90
  • 49019900 - livros, brochuras e impressos semelhantes
  • 9786586279160
  • 9786586279160
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Áreas do selo: ArtesEducaçãoHumanidadesLiteratura estrangeiraLiteratura nacionalTeoria e crítica literária

(re.li.cá.ri.o) sm. 1. Rel. Caixa ou baú onde se guardam objetos pertencentes a um santo ou que foram por ele tocados. 2. Caixa ou baú onde se guardam objetos de grande valor afetivo. 3. Bolsinha com relíquias que alguns fiéis trazem no pescoço em demonstração de devoção. 4. Coisa preciosa, de grande preço e valor. [F.: Do lat. reliquiae, arum; 'relíquias'.] A proposta editorial da Relicário Edições aproxima-se da definição de seu verbete, com a diferença de que a transpomos para um sentido laico. Escritas por mãos humanas, as palavras são fruto de um amálgama de sentidos, percepções e afetos – muitas delas palavras-relíquias, signos carregados de aura, rastros de tempo. A verdade é que desde muito as palavras possuem uma morada cativa - o livro é por excelência o relicário das letras. Queremos dar continuidade à função mais cara que o livro escrito possui: preservar e divulgar os saberes e memórias postos em letras e palavras por seus autores. A Relicário Edições possui duas linhas editoriais que abrangem gêneros textuais diversos. A primeira é direcionada à produção acadêmica e científica nas áreas de ciências humanas, filosofia, estética, artes e estudos literários, contemplando publicações a partir de dissertações e teses, bem como coletâneas de artigos, ensaios e revistas acadêmicas. Nessa linha editorial contamos com um conselho avaliativo composto por nomes representativos das principais universidades do país, cuja experiência permite a avaliação da qualidade dos textos e de sua relevância para o debate nas áreas em que os escritos se inserem. Traduções de autores estrangeiros dessas áreas do conhecimento estão igualmente presentes em nossa proposta editorial, pois acreditamos que trazê-los à língua portuguesa constitui um serviço ao leitor interessado, ampliando a partilha do pensamento que nasce em determinado tempo e espaço, mas cujos destinatários e interlocutores podem estar [e estão] aqui e agora. A segunda linha editorial se volta para a publicação de textos de literatura em língua portuguesa e para a tradução de autores estrangeiros – ainda pouco divulgados no país – que transitam pelo romance, ensaios, contos, crônicas e poesia. “Por mais que o livro se apresente como um objeto que se tem na mão; por mais que ele se reduza ao pequeno paralelepípedo que o encerra: sua unidade é variável e relativa. No momento mesmo que o interrogamos, a forma perde sua evidência; ela não se enuncia nela própria, ela só se constrói a partir de um campo complexo do discurso.” [FOUCAULT, M.] "Obscuramente livros, lâminas, chaves seguem minha sorte." [BORGES, J,L.] "Nunca hay demasiados libros. Hay libros malos, malísimos, peores, etcétera, pero nunca demasiados." [BOLAÑO, R.]

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