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Livro Impresso

A unicórnia preta



Lorde, Audre (Autor), Borges, Stephanie (Tradutor)

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Sinopse

Publicado em 1978, “A unicórnia preta” (The Black Unicorn) é considerado um marco na trajetória poética da ativista e poeta norte-americana Audre Lorde. Seus poemas abordam questões da negritude, do feminismo e da experiência lésbica, além de explorar elementos da cultura Iorubá e dialogar com entidades africanas, dando suporte ao que Lorde chama de “experiência arquetípica das mulheres negras”. Inspirados pelas viagens da poeta ao Togo, Gana e então Daomé (atual Benim), os versos demonstram a riqueza e a complexidade de uma mulher negra na diáspora, uma ativista em Nova York que encontra na África imagens de poder que a regeneram.

O livro conta com tradução de Stephanie Borges, revisão técnica de Mariana Ruggieri, texto de orelha de Lívia Natália e prefácio da pesquisadora Jess Oliveira. O livro é bilíngue e traz ainda um glossário dos termos de origem africana presentes na edição, um apanhado das obras de e sobre Audre Lorde publicadas no Brasil e no exterior e uma detalhada nota biográfica da autora.

Metadado adicionado por Relicário em 09/09/2020

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Metadados completos:

  • 9786586279146
  • Livro Impresso
  • A unicórnia preta
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  • 1 ª edição
  • Coleção Audre Lorde
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  • Lorde, Audre (Autor), Borges, Stephanie (Tradutor)
  • audre lorde, audre, lorde, relicario, poesia, poemas, poesia lgbt, lgbt
  • Literatura estrangeira
  • 811
  • POE005010
  • 2020
  • 09/09/2020
  • Inglês, Português
  • Brasil
  • --
  • Livre para todos os públicos
  • 14 x 20 x 3 cm
  • 0.4 kg
  • Brochura
  • 300 páginas
  • R$ 59,90
  • 49019900 - livros, brochuras e impressos semelhantes
  • 9786586279146
  • 9786586279146
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Áreas do selo: ArtesEducaçãoHumanidadesLiteratura estrangeiraLiteratura nacionalTeoria e crítica literária

(re.li.cá.ri.o) sm. 1. Rel. Caixa ou baú onde se guardam objetos pertencentes a um santo ou que foram por ele tocados. 2. Caixa ou baú onde se guardam objetos de grande valor afetivo. 3. Bolsinha com relíquias que alguns fiéis trazem no pescoço em demonstração de devoção. 4. Coisa preciosa, de grande preço e valor. [F.: Do lat. reliquiae, arum; 'relíquias'.] A proposta editorial da Relicário Edições aproxima-se da definição de seu verbete, com a diferença de que a transpomos para um sentido laico. Escritas por mãos humanas, as palavras são fruto de um amálgama de sentidos, percepções e afetos – muitas delas palavras-relíquias, signos carregados de aura, rastros de tempo. A verdade é que desde muito as palavras possuem uma morada cativa - o livro é por excelência o relicário das letras. Queremos dar continuidade à função mais cara que o livro escrito possui: preservar e divulgar os saberes e memórias postos em letras e palavras por seus autores. A Relicário Edições possui duas linhas editoriais que abrangem gêneros textuais diversos. A primeira é direcionada à produção acadêmica e científica nas áreas de ciências humanas, filosofia, estética, artes e estudos literários, contemplando publicações a partir de dissertações e teses, bem como coletâneas de artigos, ensaios e revistas acadêmicas. Nessa linha editorial contamos com um conselho avaliativo composto por nomes representativos das principais universidades do país, cuja experiência permite a avaliação da qualidade dos textos e de sua relevância para o debate nas áreas em que os escritos se inserem. Traduções de autores estrangeiros dessas áreas do conhecimento estão igualmente presentes em nossa proposta editorial, pois acreditamos que trazê-los à língua portuguesa constitui um serviço ao leitor interessado, ampliando a partilha do pensamento que nasce em determinado tempo e espaço, mas cujos destinatários e interlocutores podem estar [e estão] aqui e agora. A segunda linha editorial se volta para a publicação de textos de literatura em língua portuguesa e para a tradução de autores estrangeiros – ainda pouco divulgados no país – que transitam pelo romance, ensaios, contos, crônicas e poesia. “Por mais que o livro se apresente como um objeto que se tem na mão; por mais que ele se reduza ao pequeno paralelepípedo que o encerra: sua unidade é variável e relativa. No momento mesmo que o interrogamos, a forma perde sua evidência; ela não se enuncia nela própria, ela só se constrói a partir de um campo complexo do discurso.” [FOUCAULT, M.] "Obscuramente livros, lâminas, chaves seguem minha sorte." [BORGES, J,L.] "Nunca hay demasiados libros. Hay libros malos, malísimos, peores, etcétera, pero nunca demasiados." [BOLAÑO, R.]

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