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Livro Impresso

O Rio antes do Rio



Silva, Rafael Freitas da (Autor), Simas, Luiz Antonio (Orelha), Bial, Pedro (Orelha)

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Sinopse

A Guanabara Tupinambá e suas aldeias ancestrais, a história do primeiro carioca e dos exploradores, conquistadores e moradores pioneiros, a disputa entre portugueses e franceses, a guerra contra os nativos e as batalhas que marcaram a fundação do Rio de Janeiro. Sucesso de crítica, publicado pela primeira vez em dezembro de 2015, no calendário das comemorações dos 450 anos do Rio de Janeiro, "O Rio antes do Rio" teve três edições em pouco mais de um ano. Agora ganha novo projeto gráfico com conteúdo revisto e ampliado, com lançamento pela Relicário. Com vasta iconografia — incluindo mapas e ilustrações de rituais indígenas, personagens da época e animais que davam nomes às principais tribos, que vieram a se tornar os bairros da cidade —, a obra é dividida em quatro capítulos que se integram como etapas da saga tupinambá à batalha de Uruçumirim, até o ano de 1567.

Metadado adicionado por Relicário em 25/11/2019

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ISBN relacionados

9788566317176 (ISBN da Edição anterior)


Metadados completos:

  • 9786550900038
  • Livro Impresso
  • O Rio antes do Rio
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  • 4 ª edição
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  • Silva, Rafael Freitas da (Autor), Simas, Luiz Antonio (Orelha), Bial, Pedro (Orelha)
  • rio, rio de janeiro, relicario, rafael freitas da silva, história do brasil, população indígena, indígenas, índios, tribos indígenas
  • Humanidades
  • 981
  • HIS028000, HIS061000
  • 2019
  • 10/12/2019
  • Português
  • Brasil
  • --
  • Livre para todos os públicos
  • 15.5 x 22.5 x 3 cm
  • 0.72 kg
  • Brochura
  • 472 páginas
  • R$ 69,90
  • 49019900 - livros, brochuras e impressos semelhantes
  • 9786550900038
  • 9786550900038
  • --

Áreas do selo: ArtesEducaçãoHumanidadesLiteratura estrangeiraLiteratura nacionalTeoria e crítica literária

(re.li.cá.ri.o) sm. 1. Rel. Caixa ou baú onde se guardam objetos pertencentes a um santo ou que foram por ele tocados. 2. Caixa ou baú onde se guardam objetos de grande valor afetivo. 3. Bolsinha com relíquias que alguns fiéis trazem no pescoço em demonstração de devoção. 4. Coisa preciosa, de grande preço e valor. [F.: Do lat. reliquiae, arum; 'relíquias'.] A proposta editorial da Relicário Edições aproxima-se da definição de seu verbete, com a diferença de que a transpomos para um sentido laico. Escritas por mãos humanas, as palavras são fruto de um amálgama de sentidos, percepções e afetos – muitas delas palavras-relíquias, signos carregados de aura, rastros de tempo. A verdade é que desde muito as palavras possuem uma morada cativa - o livro é por excelência o relicário das letras. Queremos dar continuidade à função mais cara que o livro escrito possui: preservar e divulgar os saberes e memórias postos em letras e palavras por seus autores. A Relicário Edições possui duas linhas editoriais que abrangem gêneros textuais diversos. A primeira é direcionada à produção acadêmica e científica nas áreas de ciências humanas, filosofia, estética, artes e estudos literários, contemplando publicações a partir de dissertações e teses, bem como coletâneas de artigos, ensaios e revistas acadêmicas. Nessa linha editorial contamos com um conselho avaliativo composto por nomes representativos das principais universidades do país, cuja experiência permite a avaliação da qualidade dos textos e de sua relevância para o debate nas áreas em que os escritos se inserem. Traduções de autores estrangeiros dessas áreas do conhecimento estão igualmente presentes em nossa proposta editorial, pois acreditamos que trazê-los à língua portuguesa constitui um serviço ao leitor interessado, ampliando a partilha do pensamento que nasce em determinado tempo e espaço, mas cujos destinatários e interlocutores podem estar [e estão] aqui e agora. A segunda linha editorial se volta para a publicação de textos de literatura em língua portuguesa e para a tradução de autores estrangeiros – ainda pouco divulgados no país – que transitam pelo romance, ensaios, contos, crônicas e poesia. “Por mais que o livro se apresente como um objeto que se tem na mão; por mais que ele se reduza ao pequeno paralelepípedo que o encerra: sua unidade é variável e relativa. No momento mesmo que o interrogamos, a forma perde sua evidência; ela não se enuncia nela própria, ela só se constrói a partir de um campo complexo do discurso.” [FOUCAULT, M.] "Obscuramente livros, lâminas, chaves seguem minha sorte." [BORGES, J,L.] "Nunca hay demasiados libros. Hay libros malos, malísimos, peores, etcétera, pero nunca demasiados." [BOLAÑO, R.]

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